GRIPE 2021

Campanha de vacinação Laureate Brasil

com Cupom Vacinas.net

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INFORMAÇÕES IMPORTANTES

• Existem 3 opções de marcas de vacinas tetravalentes (ou quadrivalentes) contra a gripe: Abbott, GSK e Sanofi. Todas são produzidas por indústrias farmacêuticas multinacionais de acordo com as recomendações da OMS para o ano de 2021. Você deve escolher uma das opções que estiver disponível na sua região (CEP).


• Se você optar pelo atendimento em casa poderá ser cobrada uma taxa adicional.


• O cupom desta campanha dá um desconto muito especial nas vacinas contra a gripe e você ainda ganha 5% de desconto nas demais vacinas. Aproveite e fique em dia com todas as vacinas indicadas para sua faixa etária!


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Sobre a gripe

O que é a gripe?

A gripe é uma doença respiratória contagiosa causada pelo vírus da Influenza (gripe), que infecta o nariz, garganta e pulmões. A gripe é diferente de um resfriado e geralmente acontece de repente. Todos os anos a gripe causa milhões de adoecimentos, centenas de milhares de internações e milhares de mortes no mundo inteiro.

Como alguém pega gripe?

Os vírus da gripe se espalham principalmente por gotículas projetadas quando alguém com gripe tosse, espirra ou fala. Essas gotículas podem pousar na boca ou nariz de pessoas próximas. Uma pessoa também pode pegar gripe tocando em algo que tem vírus da gripe e, em seguida, tocando sua boca, olhos ou nariz.

O vírus Influenza é responsável por

causar sintomas como:

Dúvidas sobre vacinação influenza

Qual a importância de as vacinas quadrivalentes conterem as duas linhagens de vírus B? 

Desde o ano 2000, temos observado em todo o mundo, inclusive no Brasil, a cocirculação das duas linhagens de vírus influenza B (Victoria e Yamagata) em uma mesma estação.

Até então, em cerca de 50% das temporadas de circulação do vírus, a linhagem B contida na vacina trivalente não foi coincidente com a que predominou como causa de doença na população.

Este não pareamento pode reduzir consideravelmente o perfil de efetividade da vacina em uma determinada estação. 

• Este ano teremos vacinas tri e quadrivalentes disponíveis?

Sim, por alguns anos deveremos conviver com ambas. Contudo, a tendência é a de que, nos próximos anos, apenas vacinas quadrivalentes sejam produzidas. Como ocorreu no passado, de acordo com a epidemiologia, as vacinas monovalentes foram substituídas por bivalentes, e as bivalentes foram substituídas pelas trivalentes. 

• Qual vacina será utilizada na campanha do Ministério da Saúde?

Em 2021, a vacina que será utilizada na Campanha de Vacinação contra a Gripe do Ministério da Saúde será a trivalente, contendo uma cepa A/H1N1, uma cepa A/H3N2 e uma cepa B linhagem Victoria, produzida pelo Instituto Butantan. 

• A vacina quadrivalente é mais reatogênica que a trivalente?

Os estudos com as vacinas quadrivalentes licenciadas no Brasil não demonstraram maior incidência de eventos adversos no comparativo com a vacina trivalente. O perfil de segurança é o mesmo.

• Pacientes alérgicos ao ovo de galinha podem receber a vacina?

Sim. Reações alérgicas a ovo, mesmo quando graves, como a anafilaxia, não são mais consideradas contraindicação nem precaução para o uso da vacina influenza. Em geral, essas pessoas, não apresentam eventos alérgicos ao serem vacinadas. Dessa forma, não é indicado realizar teste alimentar prévio com ovo no lactente ou em qualquer outra idade para decidir sobre uso da vacina.


Observação: Diferente da SBIm, o PNI, em seu Informe Técnico da 23ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza, mantém a precaução em casos de anafilaxia após ingestão de ovo. A recomendação é a de que a vacina seja administrada em ambiente adequado para tratamento de reação alérgica grave e, preferencialmente, sob supervisão médica. 

• Crianças que receberam duas doses da vacina trivalente ou quadrivalente em anos anteriores deverão receber duas doses da quadrivalente este ano?

O esquema de duas doses é válido para crianças entre 6 meses e menores de 9 anos que recebem a vacina influenza. Nos anos seguintes, é necessária somente uma dose. Essa regra vale tanto para as vacinas quadrivalentes como para as trivalentes. No caso de crianças que receberam somente uma dose na primovacinação, a SBIm recomenda administrar duas doses na temporada posterior, com intervalo de 30 dias entre elas. Nessa mesma situação, o PNI indica apenas uma dose. 

• Indivíduos que receberam a trivalente podem receber, numa mesma temporada, uma dose da quadrivalente para ampliar a proteção?

Embora não seja a recomendação, não há problemas em se aplicar uma dose extra de quadrivalente na mesma temporada. 

• Quando for necessária a segunda dose, existe um intervalo mínimo entre as vacinas influenza?

O intervalo recomendado é de quatro semanas entre as doses, mas um intervalo mínimo de três semanas é aceito.

• As vacinas influenza quadrivalente e trivalente podem ser utilizadas em imunodeprimidos?

Não há restrições para uso de vacinas influenza em indivíduos imunodeprimidos, uma vez que tanto a vacina trivalente quanto a tetravalente em uso no Brasil são inativadas. Para essa população, inclusive, a vacina tem seu uso reforçado. 

• As vacinas influenza devem ser aplicadas por via intramuscular?

As vacinas influenza tri e quadrivalentes devem ser administradas por via intramuscular. Em casos excepcionais, como o de pacientes com discrasias sanguíneas, podem ser administradas pela via subcutânea. 

• Quais as diferenças entre as vacinas quadrivalentes licenciadas no Brasil? 

Diferente de anos anteriores, os laboratórios que trouxeram as vacinas quadrivalentes no ano de 2021 registraram suas vacinas para todos acima de 6 meses de vida, no volume de aplicação unitário de 0,5mL por dose. Não há diferenças significativas entre as vacinas na resposta imune, eficácia ou na reatogenicidade. 

• Há algum grupo prioritário para receber a vacina quadrivalente?

As recomendações para as vacinas quadrivalentes são as mesmas que aquelas previstas para as vacinas trivalentes. No entanto, as vacinas quadrivalentes só estão disponíveis em serviços privados de imunização. Portanto, é importante lembrar que os grupos de maior risco para as complicações e óbitos por influenza, favorecidos pela vacinação na rede pública, também podem se beneficiar com a vacina quadrivalente. Na impossibilidade disso, estes indivíduos não devem deixar de se vacinar utilizando a vacina que estiver disponível. 

• A vacina quadrivalente se mostrou eficaz?

As vacinas influenza quadrivalentes foram licenciadas baseadas em estudos de imunogenicidade e de segurança. Não foram realizados estudos de eficácia. Espera-se, pela maior abrangência de cobertura de cepas circulantes dessas vacinas, uma maior efetividade na prevenção da doença. 

• As vacinas influenza podem ser utilizadas na gestação? 

Sim, gestantes constituem grupo prioritário para a vacinação pelo maior risco de desenvolverem complicações e pela transferência de anticorpos ao bebê. A vacina quadrivalente tem a mesma formulação da trivalente, exceto pelo acréscimo de uma segunda linhagem da cepa B, e perfil de segurança semelhante. Portanto, considera-se que os dados de segurança da vacina trivalente são suficientes para a indicação das duas vacinas para gestantes. 

• Quais os eventos adversos esperados?

Os eventos adversos mais frequentes ocorrem no local da aplicação: dor, vermelhidão e endurecimento em 15% a 20% dos vacinados. Essas reações costumam ser leves e desaparecem em até 48 horas. Manifestações sistêmicas são mais raras, benignas e autolimitadas. Febre, mal-estar e dor muscular acometem em 1% a 2% dos vacinados, de 6 a 12 horas após a vacinação, e persistem por 1 a 2 dias. Os quadros são mais comuns na primovacinação. Reações anafiláticas são extremamente raras. Em caso de sintomas não esperados (febre muito alta, reação exagerada, irritabilidade extrema, sinais de dor abdominal, recusa alimentar, sangue nas fezes, entre outros) é recomendado procurar imediatamente atendimento médico ou serviço de emergência para que sejam descartadas outras causas, pois, em princípio, não são relacionados à vacina. 

• Crianças que vão receber pela primeira vez a vacina influenza podem receber uma dose da trivalente e a segunda da quadrivalente?

Não há estudos de intercambialidade com as diferentes vacinas influenza, tri e quadrivalente, porém não há plausibilidade biológica para supor que haveria algum problema com este esquema. 

• Crianças que foram imunizadas na primeira dose com a vacina quadrivalente de um determinado produtor podem receber a segunda dose com uma vacina quadrivalente de outro produtor?

Sempre que possível, o esquema deve ser mantida a vacina do mesmo fabricante. Em caso de falta ou quando não se conhece a vacina aplicada na primeira dose, qualquer vacina influenza (tri ou quadrivalente) pode ser utilizada. 

• As vacinas influenza quadrivalentes podem ser aplicadas simultaneamente com outras vacinas? 

A exemplo das vacinas trivalentes, as vacinas quadrivalentes podem ser aplicadas simultaneamente com as demais vacinas do calendário da criança, adolescente, adulto ou idoso. 

• A SBIm recomenda qual das duas vacinas?

A SBIm recomenda o uso preferencial, sempre que possível, das vacinas quadrivalentes, pelo seu maior espectro de proteção. Na indisponibilidade do produto, a vacina trivalente deve ser utilizada de maneira rotineira, especialmente em grupos de maior risco para o desenvolvimento de formas graves da doença, mantendo a recomendação de vacinação universal.

Fonte: SBIm

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